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AQUELE QUE FALA SOBRE O BANHO

Após ter percebido a reação positiva das pessoas em relação ao texto anterior, decidi tentar criar uma história do zero. Sem que fosse baseada em alguma situação em que eu fui o protagonista.

Desafio aceito, pensei em algo que fosse completamente o oposto da minha rotina, para que a história não sofresse nenhuma influência. Não demorou muito para imaginar um cara que trabalhasse em um escritório, usasse terno e adorasse tomar banho. Ou seja, bem diferente de mim.

Quando eu era criança, a parte do dia que eu menos gostava era quando minha mãe dizia que era a hora do banho. Sempre desejava que um dia ela fosse tão compreensiva quanto a Dona Lurdinha, mãe do Cascão.

Portanto, neste texto decidi inverter essa situação e imaginar como seria a frustração de uma pessoa que passa o dia inteiro esperando chegar a hora do banho.

Sem o romantismo cheio de clichês do texto anterior, com este texto procurei expressar o íntimo do personagem, em uma tentativa de ilustrar aquilo que a gente pensa e, para o nosso bem, ninguém mais fica sabendo.

O texto foi escrito em primeira pessoa por dois motivos. Primeiro porque achei que seria mais fácil imaginar a situação acontecendo comigo ao invés de me colocar no lugar de alguém. E segundo é o fato de ser um admirador dos autores que dão todos os detalhes de um crime e as vezes nunca pegaram em uma arma na realidade.  Valeu, Rubem Fonseca!

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Categorias:Contos
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